As estradas de Mato Grosso têm coisas que tornam a viagem bem divertida

O trecho entre Canarana e Gaúcha do Norte está em obras. Para quem gosta de aventura e de conhecer novos caminhos – fica a dica. Tem muitas máquinas trabalhando, tem muita poeira, tem muita lama, tem gado passeando na estrada e tem muita emoção. Mas também tem “pequeninas” comunidades rurais com “vendinhas” que salvam a vida de quem esqueceu de comprar águ e gente que ainda senta na varanda para conversar depois do almoço.

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Visitar o povo dos Sindicatos Rurais é sempre muito bom

Na viagem entre Querência e Canarana passamos em Ribeirão Cascalheira para dar um abraço no pessoal do Sindicato Rural. A visita foi bem rápida, mas fomos recebidos com muito carinho pelo presidente Ivo Cabral de Menezes e sua equipe de trabalho. Tomamos um café e tivemos “dois dedinhos” de prosa boa.

E, em Canarana, foi o superintendente do SENAR-MT, Otávio Celidonio que aproveitou para conhecer o Sindicato Rural. Além de nos mostrar o sindicato. Toda a equipe se “desdobrou” para nos dar “suporte” para solucionar os contratempos.

E trabalho é o que não falta no Soja Brasil. Para aproveitar bem o tempo, Celidonio fez uma reunião de trabalho com os representantes do sindicato. O objetivo foi ouvir as necessidades da região.

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Querência e seu delicioso café da manhã

Coisa bonita de se ver é a relação entre a equipe do SENAR-MT e do Sindicato Rural de Querência com os produtores rurais. Toda quarta-feira eles se reúnem para tomar chimarrão e discutir o assunto que está preocupando os produtores. Ahhh!!! Mas tem também um super, mega, hiper café da manhã com as mais variadas gostosuras que se possa imaginar.

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Gerente sindical, Fernando Bissolotti conta que essa integração foi conquistada aos poucos. Tudo começou quando o presidente Gilmar Dell’Osbel passou a convidar os produtores para tomar chimarrão toda quarta-feira pela manhã. “Tinha dia que vinha dois ou três, mas não desistimos. Agora temos mais de 20 toda quarta. Quanto o assunto é mais polêmico esse número aumenta para 50”. Na opinião de Fernando, essa integração com o produtor garante a presença do público para os eventos.

Segunda de sucesso em Querência

E lá se foi o primeiro dia de evento. Soja Brasil em Querência – sucesso absoluto – mais de 90 pessoas presentes. Carreta montada. Tudo pronto para as oficinas desta terça-feira (27.09). O local do evento foi abençoado por um entardecer lindo que trouxe boas energias.

E eu? Eu reencontrei a equipe de trabalho. Já deu para matar um pouco da saudade, mas ainda não deu para colocar a conversa em dia.

O trabalho como sempre é árduo e a correria é grande. Tudo só dá certo quando há parceria. Porque a combinação de quilômetros e quilômetros rodados, apuração de matérias, atendimento e articulação junto à imprensa durante o dia, acompanhamento do evento a noite e escrever o material após o evento não é lá muito fácil. Só consegue fazer quem é apaixonado pelo que faz. Só assim dá certo. E hoje foi mais um dia que tudo deu certo. E que venha a terça.

 

 

 

Começa segunda etapa do Soja Brasil e têm coisas que só contamos aqui. Fique de olho.

Valeu Maíza Prioli, missão cumprida com muito sucesso. Parabéns para toda a equipe que deu o melhor para fazer eventos fantásticos nesta primeira etapa. E é isso Maíza, no Soja Brasil viramos uma grande família e, eu que já estou no terceiro ano de trabalho com essa turma, te garanto: você vai sentir muita saudade.

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Bem pessoal, a partir de hoje a conversa é comigo. Desde ontem assumi a missão de contar todas as histórias e estórias desta segunda etapa do Soja Brasil. A expectativa é grande porque a Carrega Brasil que pesa 19 toneladas tem muito espaço tanto para estórias, quanto para história e muito conhecimento. O trabalho começou cedo no domingo. “Pegamos a estrada por volta das 9 horas da manhã deste domingo (25.09), almoçamos em Primavera do Leste, dormimos em Água Boa e vamos terminar de chegar agora pela manhã. O primeiro evento será na noite desta segunda-feira (25.09), em Querência.

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E como você bem disse Maíza, nestas viagens tem de tudo. Quando o número de horas de viagem vai aumentando os integrantes é preciso descontrair com piadas, brincadeiras, música e, garanto que tem muita gente que vai até estudar nesta viagem (rsrs). Na região de Nova Xavantina tem muitas aldeias indígenas e o aprendizado do dia para mim e para o coordenador de eventos Marcos Medeiros foi ler o nome das aldeias que nem me atrevo escrever. E para finalizar dia – é claro – um entardecer fantástico com direito a “objetos voadores” – que quando estamos na redação ou no escritório não temos a oportunidade de apreciar.